10 junho 2013

Sibelius, Sinfonia 1

A beleza, a grandiosidade, o detalhe... estou ainda cru demais para comentar mais esta obra e interpretação surreal do mestre Karajan. Apreciem sem moderação.


11 fevereiro 2013

A Canção da Solidão - Original


Sozinho, a noite, no quarto escuro, um trompete na mão, sem métodos ou partituras, e, de repente, eis que uma inspiração surge. As notas vão vindo, a música vai vindo. Desafinada, arranhada, chorada, triste. É assim que era para sorar. Uma solidão, uma escuridão, eis o seu andamento, sua interpretação. Notas improvisadas, andamento descontinuo, ritmo destruído. Todavia uma clara expressão. Não se trata de perfeição do 440hz, não se trata de som maravilhoso de orquestra, não se trata de uma partitura beethoviniana, nem de metronomo. Mas uma arte que emanou e expressou, aquilo  que qualquer um que ouvir pode entender, pode compartilhar. A tristeza, a solidão, a melancolia, a escuridão.

Tanto a música, quanto a gravação, foram ao vivo, de primeira. Surgiu totalmente em improviso. A partitura não sei lhe dar. Mas gostei tanto. Que fiz este vídeo com várias imagens de fundo, que fazem algum sentindo.

03 fevereiro 2013

Bocal (Mouthpiece) Yamaha Custom Japan 16C4-GP

Adquiri este bocal após testar o de um amigo que veio junto ao trompete Yamaha Xeno que ele havia comprado. E me deslumbrei com o bocal, principalmente pela facilidade de tocá-lo, como se fosse um bocal raso, inclusive facilidade de tocar as notas agudas, o conforto labial do ouro e da borda e por possuir uma boa sonoridade apesar de tudo isso, um grande som. E eu usando aparelho ortodôntico até então estava tendo muitíssimos problemas com resistência e tocar a região aguda e logo adquiri ele.

Usei o bocal por 2 anos e não foi o principal bocal que usei neste tempo, usei mais o Schilke Sinfônico M1, um excelente bocal que se adaptou melhor a minha boca e possuí uma textura de som e qualidades mecânicas que uso mais. Mas o que dizer deste excelente bocal?

O Bocal
A parte interna e a borda do bocal são feitos de ouro de ótima qualidade. Todo acabamento e contornos são impecáveis, é um bocal muito bonito, grande, e pesado. Tem uma massa acrescentada, considerado heavy, porém, diferente do que se costuma ver em outros bocais deste tipo, o corpo da massa é menos distribuindo no seu corpo, fica mais concentrado próximo a taça. E nisto, eu percebo 3 diferenciais, comparado a um Bach Heavy:

1. O peso fica mais distribuído na região do lábio isto promove uma embocadura mais fixa e firme, consequentemente mais confortável;
2. Quanto maior a massa e sua distribuição no corpo, mais energia é necessário para se tocar. Ele não é um pesado pesado, é só um pesado - digamos assim. De modo, que tem uma ótima combinação de equilibrio, melhor que o Bach Heavy no meu ver, de modo a exigir menos energia de você, assim não prejudicando sua resistência como é mais comum nos bocais pesados. E também ele não prejudica no volume sonoro é possível se fazer um grande volume sonoro, até maior do que o outro bocal Schilke referido.

3. O corpo adicional que deixa pesado, matematicamente suavisa a onda da vibração, suavisando detalhes como  arranhões no som, articulações mal feitas e dando uma aveludada no som. Os bocais mais pesados com corpo a parte do peso mais longamento distribuido, como em alguns modelos Bach, de certo modo aveludan ou escurecem demais o som, mais próprio para alguns solos mais melancólicos ou fazer um som muito escuro como em algumas obras de jazz e blues; todavia, perde outras caracteristicas, como brilho e aquele 'ardido de ataque' e algumas caracteristicas que normalmente se busca numa obra sinfonica ou para tocar em conjunto; logo este bocal é uma excelente combinação intermediária que cai bem sem deixar a desejar nos dois estilos.


Tocando com o Bocal
A primeira impressão que você tem ao tocar este bocal é o conforto das bordas em ouro... é muito confortavel, parece ser macio. E acredite, para um cara que toca com aparelho ortodontico, ele foi uma grande salvação para muitos momentos que carecia de resistência e estaca com os lábios cansados. A flexibilidade dele é muito boa, quando você flexiona notas distantes legatos você fica impressionado a precisão com qual se muda de uma nota para outra. Tenho um trompete Yamaha também, e percebo muito isso nele também, eles são muito precisos, acredito que a margem de erro para notas é muito pequenos de tais marcas, produzindo uma grande qualidade de afinação. Também a articulação entre as notas, devido a massa pesada é bem suave e suavisa aqueles possíveis arranhos e chiados nas articulações. A minha impressão, ao tocar ele é semelhante a tocar com Bach 1/2 de profundidade intermediária entre um C e D, é um semi-raso mas não deixa de ser fundo, a sua garganta é funda e mais aberta no fundo do cálice, deste modo, dá até uma certa impressão de certo modo que se está tocando o 1C. Detalhando que a garganta mais aberta e funda deixa o som mais lirico, o abre mais permitindo controlar mais o feeling do som e ajuda a controlar as dinâmicas, sobretudo o volume sonoro (normalmente gargantas pequenas, como de cornets limita mais isso). Você tem um bom range, tanto nos graves quanto agudos e intermediários, em nenhuma região deixa a desejar; é um bocal super bem equilibrado. Um dos destaques é que nas notas graves ele não racha o som, como a maioria dos bocais fazem você tem um bom controle e uma sonoridade constante mesmo nos graves; mas se busca uns graves com mais peso ou mais rachado e dark, aconselho outro bocal.

O Som
O bocal tem um grande som é muito parecido com o som de se tocar o 1 1/2 B da Bach em questão a som. As diferenças peculiares são devido ao peso e ao ouro que reveste a parte interna. O ouro amacia o som deixa mais meloso. Gosto desse bocal especialmente para tocar coisas mais melosas, ou para melodias que preciso fazer passagens mais suaves e legadas. A massa extra melhora na projeção do som, dá um brilho a mais, um pouco mais penetrante se você tocar num ambiente que tem muita reverberação tirando um pouco o exagero do que um bocal magro faria numa ambiente assim, caso seja o efeito procurado na música. Todavia, tocar ele num bocal de metal muito leve faz o perder um pouco sua sonoridade fica um som mais seco. Por outro lado, não é um bocal que recomendo para tocar algo mais estilo uma Marcha, algo de caráter mais barulhento, Mahleriano, talvez uma passagem ou outra, onde se busca ouvir mais aqueles ataques e ardidos ou som mais rachado e menos amaciado. No meu ver é uma busca mais para se busca tocar mais solo, ou algo mais meloso, mais de aspecto suave... ou tocar um Jazz mais limpo com um som mais confortavel e cheio para o ouvido do que os bocais muito pequenos e rasos sem abrir mão de uma boa resistência.

Outras fotos


13 janeiro 2013

Tomaso Albinoni Adagio - for Trumpet & Organ

Tomaso Albinoni tem um repertório muito bonito, em especial adagios, e obras para solos instrumentais.

Compartilho um impressionante um comovente adagio para Trompete e Órgão.


01 dezembro 2012

Aeron Copland - Fanfare of the Common Man

Esta música, creio que dispensa comentário. Posto esta versão aqui que me cativou muito pela sonoridade. As trompas deixaram a desejar, mas a ressonância da percussão e a projeção dos trompetes alemães, me cativaram, nesta versão reduzida.


22 setembro 2012

Beethoven - Sinfonia 6 (Pastoral)

Beethoven é um mestre, um mestre em harmonia e pontuação sobre tudo, mas destaco aqui, um mestre inspirado em fazer uma descrição musical do sentimento da contemplação da natureza, do bucólico. O que este vídeo tem a oferecer é uma das mais belas impressões e músicas pastorais quais já se compôs neste mundo. Boa apreciação, e sinta a paz.

2º Movimento

5º Movimento

16 setembro 2012

Requiem, Gabriel Fauré

Fauré foi um compositor que fez muitas belas composições, em especial, melodias. Compartilho convosco um dos certamente mais belíssimos Requiens que há, com uma verdadeira aula sobre harmonia, orquestração e originalidade; uma daquelas raras originalidades e senso criativo de se encontrar que destaca muitos compositores. Mas assim de tudo, a música dele transmite uma semântica muito clara, de modo, que mesmo sem entender 1 só palavra, você consegue entender o que a música está dizendo. Apreciem esta interpretação graciosa e de ótima qualidade de gravação.


Rustiques, Eugene Bozza(1905-1991)

Uma bela música. Um tema melancólico no inicio que nos lembra de uma noite de solidão; uma mistura de desencantos na vida, com saudades e vários pensamentos que vêm de coisas que se passaram, até que entra um segundo tema mais adagioso, mas conclusivo da lamentações sobre todos; e por fim, começa a entrar, uma nova perspectiva, de superação, de animo, de uma alegria que desperta, é quase como se o sol raiasse, e se vise uma pessoa a pular pelas ruas, quase infantil e boba, ou inebriada. Boa apreciação. 


02 setembro 2012

Charge - Para descontrair


19 agosto 2012

Ópera e Cantores Líricos - Por que cantam assim?

Você já se perguntou alguma vez por que os cantores líricos cantam daquela forma, com a voz encorpada e com tanta vibração? Bem, eu já. E sinceramente, eu raramente gostava de algo cantado assim. Até que um dia fui tentar compreender.

A Voz Como um Instrumento
Eu descobri que, em primeiro lugar, estranhamos este tipo de cantar porque estamos acostumados a pensar e imaginar a voz do mesmo modo como "conversamos", da maneira com que "falamos". Ou seja, dentro daquela classe de fonemas e modelos de se pronunciar, falar, o canto, a melodia, o tipo de legatos, de articulação das palavras, a tendencia da fala nasal, de se falar com a "garganta". Bem, e todas a essas coisas que de maneira aproximada, faz com que não estranhemos o som das palavras das pessoas numa conversação.

Pensando desta maneira, as musicas em geral mais populares, ou melhor ainda, as que não são cantadas 'liricamente', são cantadas de maneira a ficar bem semelhante com a maneira como falamos, conversamos, pronunciamos normalmente as palavras. As maiores diferenças são quanto ao 'tempo' de duração das palavras, intensidade do volume, e uma dinâmica ou outra, mas nada que chegue a soar muito "estranho", ou "diferente" do que seria o "falar".

Já quando pensamos no cantar "liricamente", na verdade, praticamente não vemos esta conotação. Mas sim como um Instrumento Musical. Ou seja, a voz humana é vista como um "timbre", assim como cada instrumento tem o seu timbre. Então, quem é baixo tem que destacar e sempre se fazer soar o "timbre do instrumento voz baixo", o tenor, o instrumento voz tenor, e assim por diante. De modo, que você vê cada cantor lirico, com a sua voz nitidamente timbrada de acordo com a sua classificação (baixo, tenor, contralto, soprano...), dificilmente ira ver alguem variando entre elas, como se vê muito no popular,

Além disso, a "mecânica" do instrumento também tem um cuidado especial. Ou seja, como um Instrumentista Profissional, busca usar o mais corretamente o seu instrumento, de modo, que a força para cantar, ou melhor, emitir o som, não vem da 'garganta', mas da musculatura de sustentação ("da barriga" como alguns dizem); e assim, permitindo as "pregas vocais" vibrarem livremente e relaxadamente; e assim, vibrando tanto, vai então destacar o SOM DO INSTRUMANTO DA VOZ. A grosso modo, não precisa cantar palavras, como conversamos, de certo modo, o cantor lirico não canta palavras, frases, coisas que para nós é a "conversação"; mas sim, notas musicais, sons. A palavra, os fonemas, são visto como "sons" e não como a linguagem ou o idioma.

Com isto, com essa super tecnica, consegue se tirar o máximo de potência da voz humana, o qual consegue vencer a potencia de diversos instrumentos musicais que são por natureza potentes, como o trombone. Cantar por horas, com muito volume, potencia, e com sustentação, sem ficar roco, perder a voz, porque a mecânica está correta. E com isto, como nos demais instrumentos musicais, usar de diversas dinâmicas, inclusive aquelas que geralmente não são usadas na "conversação" do dia-dia, ou na forma como falamos as palavras, e deste modo, longe das coisas populares... O foco, deles ao cantar uma frase, por exemplo:

"Noite feliz, noite feliz..."

... o foco, não é pronunciar essas palavras, ou ler elas, algo que para nós se caracteriza uma "fala cantada", ou "falar com uma melodia diferente da usal para conversar". Mas sim, o foco deles, é, em primeiro lugar, cantar tal musica, no aspecto melódico, da métrica, ritmo, dinâmica, em segundo lugar, no aspecto do Seu Instrumento, ou seja, o timbre da sua voz, tem que sair o som do seu instrumento. É como se fosse imaginar que um trompete pudesse falar, e que este ao tocar a musica, de algum modo tambem emitisse os fonemas dessas palavras. E por ultimo, seria a emissão de expressar essas palavras da forma usual como o de uma conversação.

Isso, claro, varia muito de compositores e mesmo de musicas. Sendo a grande dificuldade, ou talento, do cantor, o de conseguir expressar tais palavras, tais frases tão bem, que de modo, que podia não pronunciar as silabas, letras, palavras, mas poderia cantar, produzir um som que significasse mais do que tais palavras. Ou seja, é uma refonetização das silabas, palavras. Pois o foco está no som. Na sonorização. O mecanismo é diferente. É muito estranho a principio para quem está apenas habituado a usar o mecanismo que conversamos no dia-dia.

O grande exemplo mestre disto está em Beethoven ao usar a Voz Humana, este instrumento, incorporando da Orquestração de uma sinfonia (algo inédito feito até então). Isto mostrou claramente, a sua importância que deu para o Instrumento da Voz Humana, o Som da Voz Humana (e não o das palavras), de modo a formar uma sinfonia com uma orquestra. Claro, ele também se importou com a expressão e pronuncia das palavras - e muito. Todavia, há trechos, em algumas notas mais longas principalmente, que a grosso modo não dá para entender "o que se diz, qual silaba", mas são apenas os sons das vozes humanas. O próprio Beethoven disse certa vez de que estava quase sendo convencido que as musicas não precisavam de palavras idiomáticas, digamos assim, pois através dos sons, da música, conseguia se produzir sons, idéias, que expressassem muito melhor as idéias do que as próprias palavras de uma conversação. Todavia, os grandes compositores, inclusive Beethoven, pensavam nos fonemas de cada palavra, na pronuncia de cada uma ao compor, deste modo, fazendo a escolha das palavras, seus fonemas, e demais dinâmicas como parte intrínseca da composição; sendo este o PRINCIPAL MOTIVO pelo qual não se traduz tais obras; mesmo aqui no Brasil, a 9ª é cantado no Alemão da época de Beethoven; pois o enfoque não está nas palavras, mas na semântica que a sonoridade como um todo produz.

Aliás, quando comecei a pensar e tentar compreender mais isto, foi quando comecei a desenvolver um outro tipo de sensibilidade, algo que até então nunca havia parado para pensar: "as diferenças timbristicas, entonativas, articulativas dos idiomas". É incrivel quando começamos a ter mais esse tipo de percepção. Exemplos disso é o Inglês comparado ao Port. brasileiro. O Inglês é um idioma MUITO articulando, imperativo, forte, um idioma mais brado, enquanto o idioma brasileiro é muito mais molenga, suavizado, nasal, muito menos majestoso. Alias, consigo perceber que muitos traços do carater brasileiro (como descreve Mario de Andrade em Macunaíma) está correlacionado ao seu idioma. Algumas palavras demonstram claramente isso, por exemplo nas seguintes frases:

Inglês: "The God say", "Come here!", "Let's go", "The power"

Português: "Deus disse", "Venha aqui!", "Vamos", "A força"

Pronuncie tais e repare bem as diferenças semânticas, quando pensamos no efeito musical de tais. Eu particularmente, passei a pensar que "Deus" é uma péssima palavra para representá-Lo, "God" é bem melhor, apesar de suar muito militar. Mas essas silabas De-"us", di-"sse", v-"enha", V-"amos", for-"ça" são muito manhosas, arrastadas, preguiçosas, pouco energéticas.

Pense por exemplo na obra Te Deum de Bruckner, tente imaginar aquela abertura entoando "Tee Deeeeeum", sendo entoado no português: "Ooo Deeeeeeeeuusss", tentando imaginar articulando dentro daquela forte marcação e entoação dos metais e órgãos. Isto mesmo. É muito diferente! Enquanto 'God' soa como um ponto final, quase como uma interjeição, exclamação, é fortemente imperativo; já 'Deus' soa como uma introdução, um inicio de frase simples, leve, é calmo. Se trabalharmos essas palavras com algumas expressões para tentar marcar, percebemos, por exemplo que "He is God." é muito mais marcante, forte, convincente do que "Ele é Deus". De modo que sentiria muito mais confortável para encerrar um discurso  amistoso e motivador com "He is God!" (num sotaque britânico) do que com "Ele é Deus!".

Desta maneira temos nessas obras liricas, toda uma importância para a sonoridade das palavras, e não da 'conversação'. Claro, ouvir uma obra em seu idioma nativo é muito mais fácil de compreender o que foi dito. Todavia, há óperas, que alguem no próprio idioma nativo pode não compreender algumas palavras, entender o que foram ditas. Por isso, quando se for ouvir uma obra lirica, tem que se repensar o que irá ouvir ali, é um mecanismo artistico, musical, semântico muito diferente do que estamos habituados a ouvir no cotidiano.

A Capacidade Técnica ao Extremo
Em geral, até o período Clássico, na maioria das obras cantadas (por exemplo Handel), é possível se perceber ainda um grande enfoque nas palavras, na linguagem. Tanto que Handel é uma linguagem bem britânica em seu caráter e pronuncia [muito ligada a versão King James da Bíblia]. Já do Romantismo em diante, começou a ter um outro enfoque, o de ousar se buscar a maxima dificuldade tecnica e capacidade da voz humana, para algumas coisas, até consideradas exageros; o que seria Paganini para o violino, passara a se ter muitas músicas, inclusive óperas para voz humana. Muitos malabarismos, dinâmicas.


Que tal agora tentar ouvir esta ópera de Mozart, Die Zauberflôte, com esta nova visão, tentando também pensar na combinação das vozes com a orquestra, as articulações, as semânticas; acredito que terá uma nova percepção.

Se quiser procurar uma obra de caráter mais animado, que talvez seja mais divertido e amistoso, talvez possa encontrar em compositores italianos como Verdi e Rossini.
O Barbeiro de Servilha

Copland,Fanfare for the Common Man - OSESP

Gostaria de compartilhar uma maravilhosa e incrivel clarinada de Copland. Mas acima de tudo, gostaria de compartilhar um pouco da incrivel orquestra brasileira que temos, a OSESP, e a maneira como ela nos representou numa das mais respeitadas salas de concerto do mundo, a Proms em Londres - Inglaterra.

(dica, ouça essa música com um bom audio, e no volume máximo)


16 junho 2012

John Rutter - Missa da Criança

Dispensa comentários.

1. Kyrie

2. Gloria


3. Sanctus e Benedictus

4. Agnus Dei



5. Finale



Maravilhoso Dueto para Violino e Viola

Junte 2 grandes músicos e de espirito muito artistico e sensível; junte a eles um grande arranjo; junte a eles a convivência e muitos ensaios; junte a eles a triste e dura IIGM; e temos então um dos mais expressivos e maravilhosos trabalhos musicais.

27 maio 2012

Concerto para Vilino de Korngold

Olha, eu não esperava. Fui ouvir o vídeo para saber a música que perdi da minha querida orquestra, pois ao chegar, haviam esgotado os ingressos. Comecei a ouvir o vídeo e em menos de 1 minuto eu fiquei muito muito muito impressionando como a beleza desta música. E o que tenho a dizer? Digo que é o mais belo concerto para violino que eu já ouvi; e uma das mais belas músicas que estes ouvidos já contemplaram em sua vida.

Simplesmente perfeito para se ouvir quieto, preferível a noite, e de olhos fechados. Aliás, que bela e sensível e interpretação desta Hilary Hahn, ela tira música, tira sentimentos de verdade de cada nota. O segundo movimento é de tirar lágrimas.

Movimento 1



Movimento 2


Movimento 3

16 março 2012

OSSA - Orquestra Sinfonica de Santo André - Temporada 2012

Direção Artística: Carlos Eduardo Moreno

Informações: (11) 4433-0789 / 0799

No Teatro Municipal de Santo André os ingressos devem ser retirados na bilheteria com 1 hora de antecedência dos concertos (gratuito);
Nos concertos Matinais da Sala São Paulo, pode-se retirar os ingressos gratuitamente na semana do Concerto (informações na bilheteria da Sala).

Fevereiro

Dia 26 – 15h
Parque Pignatari (Av. Utinga 136, Santo André)

Strauss Jr – No Belo Danúbio Azul
Carlos Moreno – Abertura Vittòria
Brahms – Dança Húngara nº 5
Sibelius – Finlândia
Carlos Gomes – Abertura de O Guarani
Strauss – Marcha Radetzky

Março/Abril

Dia 31 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 01/04 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Carlos Gomes – Alvorada de “Lo Schiavo”
Tchaikovsky – Abertura 1812
Shostakovich – Sinfonia nº 6

Abril

Dia 21 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 29 – 11h
Sala São Paulo

Debussy – Prelude à L’après-midi d’un Faune
Gershwin – Concerto para piano em Fá – solista Sérgio Monteiro
Sibelius – Sinfonia nº 2

Maio

Dia 26 – 20h
Teatro Municipal de Santo André

Wagner – Prelúdio e Morte de Amor de Isolda
Korngold – Concerto para violino em Ré Maior – solista: César Miranda
Brahms – Sinfonia nº 3


Dia 27 – 15h
Parque Pignatari (Av. Utinga 136 – Santo André)

Carlos Gomes – Alvora de “Lo Schiavo”
Tchaikovsky – Abertura 1812
Brahms – Dança Húngara nº 1
Brahms – Dança Húngara nº 6
Johann Strauss – Vozes da Primavera

Junho/Julho

Dia 30 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 01/07 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Tchaikovsky – Serenata para cordas em Dó Maior
Mozart – Concerto para clarineta – solista: Otinilo Pacheco
Tchaikovsky – Sinfonia nº 2 “Pequena Rússia”

Julho
Dia 28 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 29 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

C. M. von Weber – Concerto para Fagote – solista: Ronaldo Pacheco
Mahler – Sinfonia nº 4 – soprano: Flavia Fernandes

Agosto

Dia 24 – 16h
Teatro Municipal de Santo André
Ensaio Aberto – Tosca de Puccini

Dia 25 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 26 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Puccini – Tosca em Concerto (encenada) – solistas: Eric Herrero (Cavaradossi), Saulo Javan (Sagrestano), Silviane Bellato (Tosca), Licio Bruno (Scarpia) - Coro Municipal de Santo André.

Setembro

Dia 23 – 11h
Sala São Paulo
Dia 29 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 30 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Beethoven – Concerto para piano nº 5 – solista: Fábio Martino
Beethoven – Sinfonia nº 5

Outubro

Dia 27 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 28 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras “Trenzinho do Caipira” nº 2
Piazzola – Tangazo
Jorge Antunes – Seresta pra Juvenil
Cyro Pereira – Aquarelas de Samba

Novembro

Dia 24 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 25 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Almeida Prado – Balada para Cordas
Bruckner – Sinfonia nº 4

Dezembro

Dia 15 – 20h
Teatro Municipal de Santo André
Dia 16 – 18h
Teatro Municipal de Santo André

Rachmaninov – Concerto nº 2 para piano – solista: Arnaldo Cohen
Ernani Aguiar – Sinfonietta Prima
Gláucio Zangheri – Cânticos Natalinos (Coro da Cidade de Santo André, Coro Infantil do SESI e convidados)